
Aline Azevedo
Existe um cansaço que não cabe em palavras — o de quem volta para casa depois de um plantão, de uma operação ou de um turno que ninguém viu. É a esse silêncio que dedico minha escuta. Atendo profissionais que vivem sob farda, sob risco e sob hipervigilância constante, oferecendo um espaço técnico, ético e absolutamente sigiloso onde a couraça pode, enfim, descansar. Aqui você não precisa explicar a rotina, justificar o que sente nem suavizar o que viu: nomeamos o que dói e construímos, juntos, um caminho real de recuperação.
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